Renato Lima não veio do kart. Veio do simulador. Trocou horas de treino virtual por um cockpit real e estreou na Copa Hyundai HB20 Super em 2025 sem qualquer expectativa — nem de pódio.
"Vim do simulador e cheguei aqui sem expectativa sequer de subir ao pódio. E fui campeão por antecipação."
A evolução foi cirúrgica: 2º na estreia em Campo Grande, primeira vitória na chuva de Tarumã, três triunfos consecutivos em Cascavel e Curvelo, vice no Endurance de 2h ao lado do próprio coach Pedro Bürger, e título sacramentado por antecipação antes da festa final em Interlagos.
Em 2026 estreia na classe PRO como campeão promovido — uma narrativa única no automobilismo nacional: disciplina, método e dados levaram um piloto de simulador ao topo da categoria de marca mais competitiva do Brasil.
A chuva, que costuma eliminar estreantes, é onde ele se destaca — reflexo direto das milhares de voltas no virtual.